
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Atividade física melhora desempenho escolar

domingo, 24 de maio de 2009
Conheça os alimentos amigos da memória
Frutas, ovos, grãos e peixes contêm substâncias benéficas ao funcionamento dos neurônios. Em consequência, a memória é uma das funções cerebrais aperfeiçoadas.

Gostosas, saudáveis e lindas. Não é à toa que as frutas são tão coloridas. A cor vem dos antioxidantes, substâncias que protegem os vegetais das agressões do sol, do frio e da poluição. Pesquisas mostram que uma delas, a fisetina, é benéfica também para a memória. "Estudos em animais mostraram que os ratinhos lembravam de determinados objetos com maior facilidade e maior rapidez quanto tinham uma dieta rica em fisetina", revela a nutricionista Raquel Dias, da PUC do Rio Grande do Sul, que ensina a preparar um cardápio rico em fisetina e outros alimentos que fazem bem para o funcionamento das células nervosas, chamadas neurônios. A refeição inclui um antigo vilão das dietas, aos poucos reabilitado: o ovo.
Para quem não tem problemas de colesterol alto nem história familiar de hipocolesteronemia, não há problema nenhum em consumir ovos. Ele tem colina, uma substância presente na gema e que faz parte da membrana dos neurônios, fazendo com que eles funcionem melhor", explica a nutricionista. Na cozinha, mãos à massa, que deve ser integral. "Os grãos integrais são ricos em vitaminas do Complexo B, que também são importantes pra o funcionamento adequado do nosso sistema nervoso central. A memória é uma das funções aperfeiçoadas", explica Raquel Dias. Para acompanhar, um molho de tomate, rico em fisetina, a substância amiga da memória. O segundo prato é omelete com sardinha, peixe que tem ômega-3, um antioxidante poderoso que dá vitalidade para as células. "No momento em que a célula nervosa funciona bem, todas as conexões, todos os neurotransmissores, todas as informações que devem passar de uma célula para outra, passam de maneira mais adequada e mais facilitada. Então, com certeza, vão atuar beneficamente na memória também", diz a nutricionista. As estrelas do cardápio são as frutas, que têm vitaminas e muita fisetina.
E é prestando muita atenção que não esquecemos. É a primeira de oito recomendações que a neurocientista Lúcia Braga faz para o bem da memória:
1 – Prestar atenção e querer lembrar.
2 – Aprender coisas novas. Tocar um instrumento musical, estudar artes plásticas, dançar, cozinhar, por exemplo.
3 – Fazer atividade física regularmente.
4 – Dormir bem.
5 – Não consumir drogas.
6 – Manter uma alimentação saudável, rica em frutas e legumes.
7 – Evitar os fatores de risco, como o fumo, o álcool e a obesidade.
8 – Manter uma vida social ativa.
Fonte GLOBO REPÓRTER.
segunda-feira, 6 de abril de 2009

"Hipertensão Arterial, Dislipidemia, Obesidade
Depressão, Déficit cognitivo e Ansiedade
Infarto Agudo, Diabetes Mellitus, Câncer, Aterosclerose
Artrose, Doença Pulmonar, Colecistopatias e Osteoporose"
Sedentário é aquele que anda ou se exercita pouco; inativo. Sedentarismo é a queima de menos de 2200 calorias por semana em atividades físicas ou a prática de atividade física leve por menos de 30 minutos diariamente. Trata-se de um comportamento, entre outras coisas, induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna, provocando o desuso dos sistemas orgânicos funcionais.
Desde a época em que o homem habitou as cavernas, na pré-história, a civilização passou por três grandes ondas de sedentarismo. A primeira delas, há 10 mil anos, com o surgimento da atividade agrícola exercida em território ou sede fixa, daí o termo sedentário. A segunda onda foi por volta de 1750, na Europa, com o advento da máquina a vapor e a conseqüente Revolução Industrial, que substituiu gradativamente o trabalho braçal pela mecanização das tarefas de produção. Já a terceira foi a partir de 1950, com a explosão da bomba atômica, marco do início da era tecnológica, que ampliou a mecanização de outras tarefas cotidianas domésticas, de lazer, transporte e locomoção.
Pesquisas revelam que nos Estados Unidos morrem mais pessoas por ano em decorrência do sedentarismo do que por álcool, armas de fogo, acidente automobilístico, drogas ilícitas e doenças sexualmente transmissíveis, juntos.
Para reverter este quadro, nada mais bacana que a atividade física. Numerosos estudos contribuem para que ela seja considerada um dos fatores estimulantes da saúde, diminuindo os riscos das pessoas desenvolverem algumas condições patológicas.
O exercício físico atua diminuindo o stress emocional, reduzindo a gordura corporal, aumentando a massa muscular e a densidade óssea, melhorando o desempenho do sistema cardiorrespiratório, ativando o metabolismo dos nutrientes, modulando o sistema imunológico e proporcionando aptidão física para uma boa qualidade de vida.Estudos revelam que a atividade física regular – diferente de medicamentos, vitaminas, etc – é o único fator, até hoje comprovado cientificamente, que concorre para um envelhecimento saudável. A opção por um ou outro exercício físico deve ficar por conta do prazer que cada pessoa ncontra na sua prática.
O gasto calórico por atividade é algo diferente para cada pessoa, mas em média uma pessoa com 60 kg de peso corporal tem o seguinte gasto energético durante 30 minutos ao:
- andar de bicicleta (126 cal);
- andar acelerado (276 cal);
- arrumar a cama (66 cal);
- compras no supermercado (70 cal);
- dançar (200 cal);
- ioga (50 cal);
- hidroginástica (150 cal);
- subir escadas (310 cal).
Segundo a UNESCO, a atividade física é um direito de todos e uma necessidade básica. Por isso, não deixe de encontrar um lugar na sua rotina para se mexer. É questão de boa vida!
sábado, 31 de janeiro de 2009
.As aulas ainda nem começaram, e você já está de
cabelo em pé só de pensar em ter de acordar cedo, nas provas que vêm pela frente
e na marcação cerrada dos pais com relação a notas e horários? Pois é, a
volta às aulas pode ser motivo de felicidade, pois é hora de rever os amigos,
contar as novidades, etc., mas sempre resta aquele sentimento de tristeza porque
as férias acabaram
Organizar melhor o tempo de dever e estudo não é
uma tarefa fácil e se torna ainda mais difícil quando regressamos de um período
de relaxamento, em que até nosso corpo se adaptou a uma rotina
diferente!!Trasforme a volta às aulas em motivo de alegria para você começar o ano “com o pé direito”.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
FÉRIAS
Chegamos à época de muito sol e de curtir as férias. Já é conhecido de todos o agito que esta estação provoca nos brasileiros. Na mídia, vemos a exibição de pessoas bonitas e o culto à boa forma física. Não é à toa que a procura por academias de ginásticas aumenta bastante neste período. Todos com o intuito de participar desta grande festa”. O que não é nenhum crime. Aliás, se divertir e relaxar é direito de todo cidadão. Contudo muitos passaram o ano inteiro sem se exercitarem. Por vários motivos, que vão desde o excesso de trabalho e estudo, até a preguiça propriamente dita. Assim, é importante que a retomada das atividades físicas seja feita de forma gradativa.
FELIZ NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO !!!!!
sábado, 8 de novembro de 2008
Por que estudar Educação Física na escola?

Porém, esta questão central, qual seria o objetivo de se estudar no mínimo por 12 ou 13 anos Educação Física na educação infantil, no ensino fundamental e médio, perfazendo um total aproximado de 1.040 aulas?
Será que poderia dizer que o seu objetivo é desenvolver habilidades motoras? Mas como poderia sustentar esse objetivo, se as aulas de Educação Física duram em média 45 ou 50 minutos duas vezes por semana, e as crianças, mesmo ironicamente contra a vontade da escola, se movimentam em outros ambientes por meio de estímulos e necessidades? As crianças necessitam das aulas de Educação Física para completar o seu desenvolvimento motor? Se pesquisas mostrarem que sim, seriam apenas 100 minutos por semana suficientes?
Ou as aulas de Educação Física se justificariam pelo fato de se caracterizar como o único momento que seria permitido às crianças se movimentarem, nas cinco horas que passam confinadas dentro da escola?
Nesse sentido, o objetivo seria apenas recrear as crianças? Apenas para ocupar o tempo em atividades descontextualizadas dirigidas por adultos? Então o professor seria apenas um monitor e não um especialista na área?
Por outro lado, será que a Educação Física deveria ser responsável por selecionar atletas para abastecer o cenário olímpico nacional? E se esse é o caso, por que os esportes ensinados são apenas futsal, basquete, vôlei e handebol?
É incontestável que qualquer disciplina deva ensinar o aluno a viver em sociedade. Por isso, as ações pedagógicas devem ser voltadas para encontrar problemas para as soluções do mundo. A escola e a Educação Física devem ser vistas como uma prática primordial para o desenvolvimento do individuo num ambiente humano, cultural e social.
Sendo assim, a Educação Física só se justifica na escola se propor realizar um projeto integrado com as demais disciplinas, almejando desenvolver a consciência sobre a experiência humana e autonomia, por meio de práticas corporais.
As aulas de Educação Física não devem exclusivamente possibilitar o desenvolvimento motor, mesmo porque, não é aceitável o fato de que somente duas aulas semanais sejam suficientes para potencializar o desenvolvimento motor.
São poucas as pessoas que algum dia visitarão as quatro maiores ilhas que compõe o Japão, ou que utilizarão conscientemente um anacoluto, uma prosopopéia, ou uma oração subordinada adverbial, mas todos assistem e continuarão a assistir cada vez mais, filmes sobre futebol americano, beisebol, chorando e se emocionando com as cenas. Porém não compreendendo nada, nem de lógica do jogo, nem muito menos seu componente ideológico. Porém, não quer dizer que a Educação Física seja mais importante que as outras disciplinas, mas mostra que ela deveria ter o mesmo grau de importância dado às outras disciplinas, já que também faz parte do processo de formação dos cidadãos.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
4 passos simples para iniciar uma rotina de exercício físico

Se é certo e sabido que o exercício físico regular faz maravilhas ao corpo e à alma, também é verdade que este não é dos hábitos mais fáceis de incutir nas pessoas e nas suas rotinas diárias. Aliás, a maioria das pessoas começa e pára, só para começar outra vez e, no fundo, não há nada de mal nisso, o importante é voltar a começar! Estes 4 passos simples vão ajudá-lo a iniciar e a manter, de vez, uma rotina de exercício físico!
- Antes de mais nada faça uma avaliação física. Pode ser um exame com seu médico ou a avaliação física feita pelas boas academias de ginástica. Estes exames vão detectar possíveis problemas de saúde e também o seu grau atual de condicionamento físico, determinando o tipo de treinamento e a constância com que deve ser feito neste período inicial. Mesmo que você tenha resolvido iniciar uma caminhada diária os exames são importantes par evitar surpresas. "Nenhuma pessoa traz estampada no rosto a alteração em saúde que possa impedi-la de fazer exercícios. Por isso, o esforço deve ser orientado ainda que não haja a presença de um profissional de EDUCAÇÃO FÍSICA”
- Ninguém alcança um bom condicionamento físico sem disciplina. Aquela corrida ou caminhada de fim de semana não tem o poder de modificar seu corpo ou sua saúde. Além do mais, o esforço exigido a intervalos longos pode causar lesões em seu organismo. A constância mínima exigida para que seu organismo aproveite os benefícios do exercício físico é de 3 vezes por semana.
- Varie o tipo de exercício, mesclando os aeróbicos, que vão fortalecer o sistema cardiovascular; os de resistência e força, que vão fortalecer os músculos; e o alongamento, para conquistar maior flexibilidade. E não se esqueça de escolher exercícios que lhe dão prazer. Dança, equitação, ciclismo, natação, são formas prazerosas de manter seu corpo em forma enquanto beneficiam também a sua da mente.
- Não avance seus limites. Qualquer sintoma como dificuldade para falar, tontura, palidez, respiração excessivamente ofegante, perda de equilíbrio ou fadiga constante são indícios de que você está exagerando na dose. Se você não é um atleta e seu objetivo é obter mais saúde, não queira competir com os outros. Aceite e respeite os limites que seu organismo impõe.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Beneficio da pratica de exercícios físicos

Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o "colesterol bom"). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas. Veja, a pessoa que deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do coração em 40%! Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é capaz de provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida.
Já no campo da saúde mental, a prática de exercícios ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso, melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o estresse. Além disso, auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima. Há redução da ansiedade e do estresse, ajudando no tratamento da depressão.
A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.
Interessante notar que quanto maior o gasto de energia, em atividades físicas habituais, maiores serão os benefícios para a saúde. Porém, as maiores diferenças na incidência de doenças ocorrem entre os indivíduos sedentários e os pouco ativos. Entre os últimos e aqueles que se exercitam mais, a diferença não é tão grande. Assim, não é necessária a prática intensa de atividade física para que se garanta seus benefícios para a saúde. O mínimo de atividade física necessária para que se alcance esse objetivo é de mais ou menos 200Kcal/dia. Dessa forma, atividades que consomem mais energia podem ser realizadas por menos tempo e com menor freqüência, enquanto aquelas com menor gasto devem ser realizadas por mais tempo e/ou mais freqüentes.

